
Numa realidade de mundo onde as desigualdades sociais são mais que alarmantes e milhões de indivíduos sobrevivem abaixo da linha da pobreza, contrastando com um sem número de “palácios e castelos medievais”, discutir as posturas morais e a validade dos direitos humanos, por exemplo, é uma reflexão “teórica” muito pouco instigante.
Estamos perpetuando as determinações e a voracidade do capitalismo e ensinando aos nossos filhos que é indispensável vencer, a qualquer custo, ainda que isso comprometa uma série de valores norteados no seio familiar.
Aprendemos a ignorar a miséria alheia e justificamos a fome com o mais novo e absurdo embate mundial: a guerra pela comida (???). Muito difícil de entender.
Acredito que o maior desafio do futuro é passarmos a questionar a realidade atual e os efeitos nefastos de se ignorar o sentimento de coletividade. Não dá mais para discutir o aquecimento global e a pobreza (moral e material) dos povos, com a esperteza e o “amadorismo” que predominam hoje.
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