* O valor intrínseco do indivíduo, composto pelo seu caráter e personalidade é facilmente substituído pela beleza perecível, passageira, aquela que inevitavelmente se desgasta com a ação do tempo.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Insatisfação geral na polícia científica baiana


Os peritos criminalistas do estado da Bahia reclamam da negligência do poder público, no que tange a valorização de suas atividades. A falta de pessoal, excesso de trabalho, remuneração inadequada e equipamentos obsoletos, são as principais queixas. O resultado é a desmotivação da categoria e um sério comprometimento da qualidade dos serviços prestados à sociedade.

O trabalho do perito criminalista dá um suporte inestimável às polícias civil e militar, devendo, por essa razão, ser mais valorizado. A partir da análise científica, é possível fornecer a prova cabal, aquela que municia a justiça com informações indispensáveis para a elucidação das ocorrências. Hoje, além do que já foi citado, faltam veículos para o armazenamento dos cadáveres, suporte tecnológico, cursos de aperfeiçoamento e etc.

Os peritos criminalistas são profissionais de extrema relevância social. Elucidam tragédias diversas, como desmoronamentos, incêndios, explosões, arrombamentos, acidentes de trânsito, etc. Para que este valioso trabalho seja realizado dentro dos padrões exigidos, faz-se necessário a captação de recursos para o treinamento de novos profissionais, compra de veículos e equipamentos e ajuste do piso salarial.
Apesar do brilhante papel que exercem no cotidiano, o crime parece está cada vez mais sofisticado. Cabe às nossas autoridades impedir que a criminalidade avance ainda mais e se sobreponha à atuação da polícia científica.

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