* O valor intrínseco do indivíduo, composto pelo seu caráter e personalidade é facilmente substituído pela beleza perecível, passageira, aquela que inevitavelmente se desgasta com a ação do tempo.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Globo x Record: iguais, porém, inimigas


O telespectador brasileiro acostumou-se à soberania indiscutível da Rede Globo de televisão e de suas afiliadas espalhadas pelo país. Mas, em verdade, passamos a observar também os investimentos expressivos da Rede Record que garante ter entrado de vez na disputa pelo primeiro lugar.

Com a “benção” do bispo Edir Macedo, maior liderança da emissora e da Igreja Universal do Reino de Deus (no mínimo uma incoerência), a Record passou a investir pesado em equipamentos, na contratação de profissionais gabaritados (muitos deles oriundos da maior concorrente) e numa fórmula já conhecida por todos: se não podes contra o inimigo, copie-o. É exatamente isso que os comandados de Edir Macedo têm feito. Copiado, literalmente, a programação jornalística, esportiva e humorística da emissora dos “Marinhos”.

Confesso que cheguei a me empolgar com a possibilidade da Rede Globo perder parte do seu poderio. Sim, o slogan era realmente vibrante e bastante otimista: “Record. A caminho da liderança”. Isso até lembrar que ainda existe uma longa estrada a ser percorrida.

A emissora precisará de muito mais para ultrapassar a “gorducha”. Primeiro, porque a marca “Rede Globo”, por si só, já denota soberania. Desgastá-la, requer muita estratégia e uma boa dose da chamada propaganda nociva.

E, falando em nocividade, lembrei-me de articulação política e favorecimento ilícito. Globo e Record também se assemelham nesses aspectos. Pobre telespectador brasileiro!

Um comentário:

  1. seu comentário resume muito bem a guerrinha de vaidades pelo ibop entre as duas redes.
    Pena que o telespectador que deveria presenciar programações de qualidade tenha que assistir( como bem disse vc)copias melhoradas ou nem tanto.
    Ah! não podemos deixar de citar as copias de programas estrangeiros feitas pelas duas redes, programas esses, que não acrescentam nada ao público e ainda espõem o pior do ser humano em rede nacional, tais como:Big Broder e a fazenda.
    Só não concordo em um ponto, que os telespectadores brasileiros sejam uns coitados, vítimas desse sistema.
    Na verdade eles não conseguem selecionar o que merece ou não ser assistido e nos sofremos as consequencias desse equivoco.
    Fico com pena de nós que somos obrigados a viver "zapiando" em busca de um programa saudável e de boa qualidade.
    BJS!
    Eliane Assumpção

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