* O valor intrínseco do indivíduo, composto pelo seu caráter e personalidade é facilmente substituído pela beleza perecível, passageira, aquela que inevitavelmente se desgasta com a ação do tempo.

terça-feira, 17 de março de 2009

Inocência roubada


Crimes ligados à pedofilia vão se intensificando a cada dia e aumenta a responsabilidade daquelas pessoas que podem, mesmo que sigilosamente, denunciar os infratores. Partindo do pressuposto que a maioria desses crimes ocorrem dentro do seio familiar, é indispensável uma atenção especial com comportamentos que possam desmascarar tamanha covardia.

O mais curioso é saber que a pedofilia é tida como uma doença, uma espécie de distúrbio psicológico pela Organização Mundial de Saúde. A Internet é um dos meios mais utilizados nesta modalidade de crime. Rios de dinheiro são movimentados todos os anos, expondo crianças indefesas a abusos que provavelmente deixarão, além das marcas físicas, traumas psicológicos para toda vida.

Os abusos podem ocorrer em todas as classes sociais. Os molestadores costumam atrair os menores com pequenos agrados, como doces, brinquedos e demonstrações de afeto. O mais assustador, no entanto, é vê as vítimas serem acusadas pela provocação do crime. É nesse ponto que encaro o problema como uma espécie de retardo mental, ou excesso de cinismo e dissimulação.

A esperança é de que esses monstros recebam a devida punição por seus atos. Lugar de animal é na jaula, bem distante do convívio social, uma vez que não estão preparados para isso. A sociedade deve cumprir com seu papel de fiscalização através do DISQUE – 100 ou dirigindo-se ao CEDECA (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente). Vale ressaltar que a identidade do delator será mantida em sigilo.

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