
O acidente com o vôo 447 da Air France vitimou 228 pessoas e comprova, de uma forma ou de outra, que não fomos feitos para voar.
Deixando de lado as explicações técnicas sobre o que provocou a queda da aeronave, prefiro analisar o seguinte: o conjunto de fatores que teria levado as pessoas a viajar naquele mesmo dia e horário, qual compromisso inadiável as aguardava, porque viajaram com esposas e filhos - quando poderiam ter partido sozinhas -, porque algumas tiveram a oportunidade de desmarcar a viagem e não o fizeram.
Eventos que, conjuntamente, conduziram aquelas pessoas a fazer parte da mesma tragédia, nunca poderão ser explicados e, menos ainda, justificados. A verdade é que todas elas sintonizavam a mesma freqüência de pensamentos, refletindo em situações que as uniu, através da família, do trabalho, dos inúmeros sonhos e projetos, para uma dolorosa “cilada” da vida.
Os mecanismos de atração do pensamento, sustentados pela energia que permeia o universo, nos faz analisar o poder do livre arbítrio e o reflexo de nossas escolhas na obtenção de bons ou maus resultados.
A esperança é de que a humanidade possa multiplicar uma nova freqüência vibratória que ampare os corações dos familiares das vítimas. A força da natureza se sobrepôs à tecnologia dos equipamentos de segurança que poderiam ter evitado o acidente. Simplificando: 228 pessoas submissas à vontade de uma “força maior”. Descansem em paz!!!
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