
O presidente Lula vive um grande momento no cenário político nacional. Há sete anos no poder, e entrando na reta final do segundo mandato, goza de uma popularidade nunca vista: 81% dos brasileiros consideram positiva a atual administração.
Tamanha popularidade causa espanto e deixa a oposição sedenta de um deslize, por menor que seja, para esfriar a relação do presidente com o povo. Vale tudo, até mesmo vender a possibilidade (quase impossível) de uma treeleição. O próprio Lula já descartou essa hipótese em diversas oportunidades.
Não é difícil entender a negativa. Apostando numa nova reeleição, muita coisa estaria em jogo, inclusive a excelente imagem do petista com seus eleitores, e, obviamente, com os críticos de plantão. Rejeitando um novo mandato, o atual presidente mantém a credibilidade e transfere seu prestígio para outro candidato do partido.
A aposta do PT, no momento, é Dilma Roussef, que continua crescendo nas pesquisas (de amostragem, com os prováveis candidatos). Esse sim, deve ser o real motivo de preocupação dos oposicionistas. Afinal de contas, o pleito de 2010, tem tudo para ser um dos mais disputados da história.
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